Resenha – Veronica decide morrer

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Sinopse:

Aos 24 anos, a eslovena Veronika parece ter tudo: juventude e beleza, pretendentes, uma família amorosa e um emprego gratificante. Mas num dia frio de novembro, ela toma um punhado de remédios para dormir com a intenção de nunca mais acordar.

Só que ela acorda – e no Sanatório de Villete, o lugar de onde ninguém jamais havia fugido. Logo fica sabendo que só teria alguns dias de vida, e isso lhe desperta emoções até então desconhecidas.

“Quando conseguiu quase tudo o que desejava na vida, chegou à conclusão de que a sua existência não tinha sentido, porque todos os dias eram iguais. E decidira morrer.”

O que tenho a disser…

Bem, o que falar de Paulo Coelho?

O homem que arrebatou o mundo literário com O Alquimista e o Diário de um Mago, não tinha como não estoura a boca do balão, muitos o intitula com auto-ajuda, outra o chama de louca, mas a maioria o ama como um mago. E como não poderia deixar de ser encantou e inspirou milhares de pessoas com a sua narrativa em Veronika Decide Morrer.

Sobre a obra…

Inspirado em sua própria historia  e experiências, Paulo Coelho escreveu Veronika decide morrer para questionar o significado da loucura e celebrar os indivíduos que não se encaixam nos padrões do que a sociedade considera “normal”.

“Quando entrei aqui era uma mulher deprimida. Hoje sou uma mulher louca e tenho muito orgulho disso. Lá fora, me comportarei como os outros. Farei compras no supermercado, conversarei trivialidades com as amigas, perderei algum tempo importante diante da televisão. Mas sei que minha alma está livre e posso sonhar e conversar com outros mundos que, antes de entrar aqui, nem sonhava que existiam.

Minhas impressões …

Por mais autobiográfica que seja ou até auto-ajuda que possam taxa essa historia, a questões importantes que são abordadas em todo o enredo. A loucura e o dito normal é colocado em cheque. A forma como as pessoas levam a vida, a felicidade e realizações. Questões essas que estão muito latente no inicio da vida adulta.

Os conflitos e demônios internos, a morte é retratada como uma fuga covarde da loucura que impomos as nossas vida. A muito mais conflitos alem do que cerca a própria Veronika, o leito acaba se vendo em todos os outros personagens e suas mais diversas formais de fugir da sua “sanidade”.

Vou me permitir fazer algumas bobagens, só para que as pessoas digam: ela saiu de Villete! Mas sei que minha alma estará completa, porque minha vida tem um sentido. Quando alguém me aborrecer muito, eu direi alguma barbaridade e não vou me incomodar com o que pensam.

A tanto “loucura ”  no livro que você passa a questionar Ns coisas em sua vida.O autor questiona se a loucura está em ser anormal ou verdadeira mente está em reprimir o seu verdadeiro eu e ser o que a sociedade quer que você seja.

Paulo mostra que muitas vezes para fugir de uma morte dolorosa todos os dias, deveria-se afogar de vez e ver no principio da morte a chama mais bela da vida.

– Todos nós já sentimos isso.

– Todos nós, de um jeito ou de outro, somos loucos.

E que as vezes, as vezes só precisamos conhecer a nós mesmos e os outros.

Auto conhecimento, descoberta do mundo e encontrar no lugar mais inesperado o que menos estava buscando: o verdadeiro amor.

Gostou? Corre vai lá ler, mas oh não esquece de me contar o que achou. 

Beijinhos de Glitter!!

#NossoObjetivoÉSatisfazer

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